–>Esse é o primeiro de muitos alguns textos autorais feitos por minha pessoa, normalmente pensados e escritos num estado de lucidez baixo, portanto senso de humor é o que eu peço ao se por o olhos sobre o texto.

Primeiro dia de aula, escola/curso/facul nova, se olha na classe e o que se vê é um monte de cadeiras e pessoas ocupando algumas delas, a simples e óbvia pergunta surge, onde sentar? A decisão parece simples, porém a sua escolha tem um profundo impacto na relação social com o grupo.
Uma vez que se escolhe o lugar, dificílmente se muda, salvo algumas ocasiões especiais, mas delas, não falaremos. Perto de quem você vai sentar? da menina bonitinha e timida ou da mais extrovertida e chamativa? Do muleque mais popular ou do cara mais estranho? Quem pedirá a você o apontador ou a tesoura? A nerd ou o garoto da sala?
Ao passo que essas perguntas são respondidas, a convivencia com um certo tipo de grupo pode se intensificar enquanto com outro simplismente acabar. Isso fica evidente quando estamos falando de escolas ou instituições religiosas, sempre existe o grupo de alunos que apoia e participa do movimento escolar, enquanto o outro vai contra os princípios éticos da instituição. Isso é normal e existe em qualquer lugar, não estamos discutindo isso, estamos falando da ferramenta seletora que esse sistema proporciona.
Uma vez que se entra no processo de seleção, o convívio com o grupo envolta se torna inevitável, principalmente se o lugar em questão incentiva o trabalho em grupo, a probabilidade de se fazer parceria com os que estão a sua volta é relativamente maior do que fazer com alguem distante, principalmente se você é novo no pedaço.
Por fim, o que conclúimos é que essa teoria é estúpida, mas no fundo tem um certa razão, se aplicada em circunstâncias favoráveis (ou o que chamam de condições ideiais em física), pode se constada como verídica. Mas by the way nenhuma dessas opções trazem retorno financeiro
, então esquece essa besteira e vai ler Veja ou Caras que é melhor (ou não).
*Imagem do Capinaremos.